terça-feira, 14 de agosto de 2012

Literatura de Cordel: Conhecendo o Advérbio



Venho mais uma vez
Pela corrida da vida
Para apresentar-lhe
Uma velha conhecida
Você já pode ter estudado
Um dia ter procurado
Na gramática explicativa

Falo da morfologia
Que estuda a flexão
A estrutura e a forma
E também a classificação
De todas as classes gramaticais
Os advérbios foi que nos tocais
Para a nossa apresentação

Advérbio é a expressão
Que serve para modificar
Indica uma circunstância
De tempo, modo e lugar
E dentro da oração
A sua principal função
É as orações interligar

O advérbio é construído
Por palavra de natureza
Nominal e pronominal
És assim tenho certeza
É a sua classificação
E dentro da oração
Intensifica-se com clareza

Os advérbios nominais
São formados por adjetivos
E o sufixo “mente”
Que neles são acrescidos
Infeliz, infelizmente
Certo, certamente
São exemplos definidos

Se prendendo aos pronomes
Diferem-se dos nominais
Falo de outra classe:
Advérbios pronominais
São demonstrativos e relativos
Indefinidos e interrogativos
Conforme as regras gramaticais

Alguns desses advérbios
Constituem-se da união
Entre os substantivos
Adjetivos e preposição
O advérbio estabelece
E a transição acontece
Para dá uma ligação

Para complementar
Vamos falar da locução
Constitui-se de substantivo
E também de preposição
De advérbio tem valor
Funcionando com transpositor
Segundo as normas da tradição

Da sua classificação
Temos algo a ressaltar
Segundo a nomenclatura
Muitas palavras vêm denotar
Inclusão e exclusão
Realce e designação
E sua circunstância enfatizar

Permanecendo imóveis
Sem sua flexão mudar
Muitos adjetivos
Em advérbios vão se tornar
É a adverbialização
Que muda a sua função
E na frase vem destacar

O grau do advérbio
É um elemento interessante
Para explicar essa classe
Relato-lhes em um instante
Comparativo de igualdade
Inferior e superioridade
E o superlativo é importante

Finalizando aqui
Paro pra lhes dizer
Explicamos o “advérbio”
Mas muito mais temos que ler
Pois estudar é importante
Por que somos estudantes
E a gramática queremos entender

Adelmo Ferreira de Abreu*
Eliud Pereira Jacome*
Danila Miranda Vaz*
Laiz Oliveira de Souza*
Rafae Souza l Mendes*

* Acadêmicos do Curso de Letras 2011.2, UNEB - CAMPUS XVI
 

Resenha Apresentada no SIP II



 

UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLOGIAS (DCHT)
CAMPUS XVI/IRECÊ













RESENHA DO LIVRO – M-LEARNING E U-LEARNING: Novas Perspectivas da Aprendizagem Móvel e Umbíqua










Trabalho apresentado para a disciplina Seminário Interdisciplinar de Pesquisa II – SIP II, do programa de Graduação em Letras da Universidade do Estado da Bahia, Campus XVI – Irecê –, como parte dos requisitos para a conclusão de todas as disciplinas do semestre.








IRECÊ
2012.I


 

UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLOGIAS - (DCHT)
CAMPUS XVI/IRECÊ



Adelmo Ferreira de Abreu[1]
Amauri Santana de Oliveira1



SACCOL, Amarolinda; SCHLEMMER, Eliane; BARBOSA, Jorge. M-Lerarning e U-Learning: Novas Perspectivas da Aprendizagem Móvel e Ubíqua. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2011.



Amarolinda Zanela Saccol é bacharel em administração pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), mestre em administração pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e doutora em administração pela FAE/USP, tendo sido Ph.D. research student da London School of Economics end Political Science (LSE) – Londres. Atualmente é Professora adjunta e pesquisadora do programa de pós-graduação  em administração da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos). É uma das coautoras do Ambiente COMTEXT­­­­­® para m-learning corporativo. Destaca-se como suas principais áreas de interesse: tecnologia e sistemas de informações e suas implicações para as organizações.
Eliane Schlemmer é bacharel em informática pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), mestre em psicologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e doutora em informática na educação também pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Atualmente é professora titular e pesquisadora do programa de pós-graduação em educação da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos). É líder do Grupo de Pesquisa Educação Digital – Gpe-dU Unisinos/CNPq. É uma das coautoras do Ambiente COMTEXT­­­­­® para m-learning corporativo. Destaca-se como suas principais áreas de interesse: educação e cultura digital.
Jorge Barbosa é graduado em tecnologia em processamento de dados e em engenharia elétrica pela Universidade Católica de Pelotas (UCPel). Obteve especialização em engenharia de software pela UCPel e concluiu mestrado e doutorado em ciência da computação na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Atualmente é professor titular no programa interdisciplinar de pós-graduação em computação aplicada (PIPCA) na Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos). É um das coautoras do Ambiente COMTEXT­­­­­® para m-learning corporativo. Destaca-se como suas principais áreas de interesse: linguagens de programação, computação móvel e umbíqua, jogos de computadores e entretenimento digital, aprendizagem móvel e ubíqua.




RESUMO: Esta obra é fruto da interação de três profissionais de áreas distintas: administração, educação e informática e traz de maneira clara e objetiva orientações a serem seguidas para enfrentamento dessa nova realidade que se evidencia na educação. Neste sentido a referida obra visa uma melhor preparação para o professor que pretende ensinar dentro de uma nova realidade, em que as novas tecnologias podem servir como um elemento de cooperação na prática do ensino e a aprendizagem. Apoiados pelos estudos teóricos de Jean Piaget e Humberto Maturana, os autores buscam mostrar como se dá o aprendizado e a partir deste conceito faz uma interrelação com as formas de aprendizagens móveis – m-learning e u-learning. Buscam mostrar os lados positivos e os negativos para a aplicação em sala de aula das novas tecnologias, uma vez que, não é fácil mudar a forma de se ensinar devido às dificuldades de preparação dos profissionais, dificuldades econômicas, sociais e estruturais. Mais do que aplicar as tecnologias da informação móveis e sem fio em si, são as concepções, metodologias e estratégias didático-pedagógicas que definirão o sucesso ou fracasso dessas aplicações. As práticas de m-learning e u-learning estão sendo construídas neste exato momento. Assim são construídas por jovens e adolescentes que utilizam seus dispositivos móveis para interacionar, buscar informação, capturar e compartilhar sons e imagens e para produzir conteúdos. Pela leitura do texto se evidencia que os jovens fazem isso em qualquer lugar, no sofá de casa, no pátio da escola, nos meios de transportes e na própria sala de aula, portanto não devem serem deixados de lado no que se refere a questão do ensino e aprendizagem.



Esta obra, que é fruto da interação de três profissionais de áreas distintas: administração, educação e informática. Realizada, quase que na sua totalidade, à distância através de trocas de informações e comentários feitas por meios digitais através da internet, busca mostrar possíveis caminhos para a compreensão e aplicação das novas tecnologias na construção do conhecimento e na busca da aprendizagem, seja ela presencial ou à distância. Partindo de uma visão geral tenta conceituar e diferenciar os conceitos de informação, aprendizagem e conhecimento. Os autores afirmam que conhecimento “é algo passivo de ser transmitido, utilizado, manipulado e transformado” (Saccol, p. 03). No m-learning ter acesso a informação é muito fácil devido a não necessidade de está preso a um espaço específico. Disso pode-se abstrair o conceito de aprendizagem móvel – m-learning e u-learning.
Para chegar a um conceito de aprendizagem, os autores apóiam-se nas teorias dos biólogos Jean Piaget e Humberto Maturana. Segundo Piaget a aprendizagem ocorre de maneira externa ao individuo, ou seja,  quando este indivíduo compreende as informações. Já para Maturana a aprendizagem é fruto de uma transformação que ocorre ao longo de toda uma história de vida do sujeito. No ambiente de m-learning u-learning o sujeito é autônomo no processo de aprender, pois é capaz de observar, experimentar e realizar suas próprias experiências. A informação como fator externo perturbador, representa apenas um dos elementos necessários para que aconteçaa a aprendizagem.
Os teóricos defendem um conceito de conhecimento que se dá a partir da ação do sujeito sobre o objeto o qual participa de sua transformação e construção compreendendo todo o processo. O conhecer é diferente da informação, uma vez que o conhecer envolve toda a vivência do ser e o espaço no qual o mesmo está inserido. Assim o conhecimento está ligado à aprendizagem, às relações que o indivíduo estabelece entre o conhecimento que já possui e a nova informação, a fim de atribuir-lhe significado, resultando na ampliação de um conhecimento já existente ou na construção de um novo saber.
A partir desta conceituação os autores realçam a importância do contexto de aprendizagem para o desenvolvimento de competências, destacando o potencial do m-learning e do u-learning neste objetivo. Conceituando m-learning como o processo de aprendizagem que ocorre através da utilização das novas tecnologias da informação móveis e sem fio e de u-learning que além de já abranger em seu conceito um mesmo conceito de m-learning acrescenta os mecanismos de sensores e localização, tornando a definição mais abrangente.
Os autores afirmam que o fato de utilizar as novas tecnologias não garante, necessariamente, inovação educacional. Para que isso seja possível é necessário que o uso dessas novas tecnologias esteja diretamente ligada a novas metodologias, práticas e processos de mediação pedagógica desenvolvidos com a compreensão da natureza e potencialidades específicas dessas tecnologias. Além de formar e capacitar os profissionais envolvidos, visa educar os próprios aprendizes sobre como e quando aprender a partir dessas novas modalidades de ensino. Ai entra a questão política, pois o estado não está interessado em formar cidadãos conscientes e capazes de utilizar as novas tecnologias de maneira eficiente, portanto não investem na educação como deveria.
Esta obra ainda faz um passeio a respeito das questões tecnológicas, econômicas e sociais que envolvem a aplicação dessas novas tecnologias para fins educacionais, uma vez que, estes não foram planejados para fins educacionais, logo sua utilização precisa de um planejamento adequado e uma preparação prévia dos próprios educandos, para que estes saibam como utilizar em prol de seu aprendizado. No futuro até mesmo o espaço escolar poderá ser modificado para que possa atender as novas necessidades de aprendizagem.
 Na sequência os atores apresentam e analisam as principais tecnologias consideradas estratégicas para o desenvolvimento das modalidades educacionais que apóiam as práticas de m-learning e u-learnig. Também falam de diversos projetos de desenvolvimento da educação tais como: Ambientes Virtuais de Aprendizagem Movel (AVAMs) destinados a educação à distância; O projeto COMTEXT­­­­­® que trata do desenvolvimento de competências em ambientes corporativos, entre outros. Além de falar dos vários tipos de equipamentos destinados a computação móvel, assim como os diversos tipos de redes de internet.
Os autores fazem uma interessante discussão relativa às questões das metodologias, das práticas e dos processos de mediação pedagógica relacionados ao m-learning e u-learning. E aí mostraram que enquanto as novas tecnologias evoluem em velocidades astronômicas, as questões pedagógicas praticamente não evoluem ou evoluem muito lentamente. Novas discussões no contexto do ensino e da aprendizagem têm surgido no sentido de modificar significativamente ideias e percepções ultrapassadas. Pois mais do que aplicar as tecnologias da informação móveis e sem fio em si, são as concepções, metodologias e estratégias didático-pedagógicas que definirão o sucesso ou fracasso dessas aplicações.
No campo das metodologias problematizadoras os autores mergulham em várias abordagens que podem facilitar a compreensão da aplicação dessas novas tecnologias com fins educacionais e citam várias situações em que podem ser utilizadas e como utilizar, buscando melhorar a prática do ensino e da aprendizagem. Além de dar dicas a respeito de como se deve avaliar dentro deste contexto, sugerem vários tipos de avaliação que podem ser desenvolvidas.
Os autores propõem e descrevem minuciosamente um modelo pedagógico interacionista-construtivista-sistemico-complexo, o qual pode fornecer subsídios consistentes ao leitor, contribuindo para o desenvolvimento de propostas educacionais.  
Por fim, apresentam casos concretos aplicando as novas tecnologias e estratégias de m-learning e u-learning, por meio de projetos e pesquisas visando ilustrar e debater os conceitos apresentados nos capítulos anteriores à luz de experiências concretas, tanto no ensino formal quanto na educação corporativa. Mostram que esta obra é o começo de uma longa caminhada no intuito de buscar novas maneiras de realizar modificações nos métodos de ensino e aprendizagem em vista das novas demandas e necessidades impostas por essa realidade que aí está.
As certezas, mesmo que provisórias, e as práticas de m-learning e u-learning estão sendo construídas neste exato momento. Reitera-se a idéia de que são construídas por jovens e adolescentes que utilizam seus dispositivos móveis para interacionar, buscar informação, capturar e compartilhar sons e imagens e para produzir conteúdos. Eles fazem isso em qualquer lugar, no sofá de casa, no pátio da escola, nos meios de transportes e na própria sala de aula, portanto, não devem serem deixados de lado no que se refere a questão do ensino e aprendizagem.
O livro não pretende ser a última palavra no que diz respeito a aplicação das novas tecnologias no ensino e aprendizagem, mas os novos conceitos aqui expostos, e o embasamento teórico que os sustenta faz dessa obra uma referência valiosa para os estudiosos da educação de uma maneira geral, assim como, para todos aqueles que buscam o conhecimento a nível das novas tecnologias. Ela é propícia para todos os estudantes de licenciatura os quais serão os novos professores que precisam estar preparados para enfrentar essa realidade que muda a cada instante.


[1] Acadêmicos do curso de Licenciatura em Letras do período 2011.2

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Um menino, com voz tímida e olhar de admiração, pergunta ao pai,quando este retorna do
trabalho: - Papai! Quanto o Senhor ganha por hora?
O pai, num gesto severo, responde: - Escute aqui, meu filho! Isto nem tua mãe sabe. Não
amole! Estou cansado.
Mas, o filho insiste: - Mas, papai, por favor ... diga quanto o Senhor ganha por hora ...
A reação do pai foi menos severa, e respondeu: - R$3,00 por hora.
- Entao, papai, o Senhor pode me emprestar R$1,00? O pai, cheio de ira, e tratando o
filho com brutalidade, respondeu: - Entao, esta era a razão de querer saber quanto eu
ganho? Vá dormir e não me amole mais. Estou cansado!
Já era noite quando o pai começou a pensar no que havia acontecido e sentiu-se culpado.
Talvez, quem sabe, o filho precisasse comprar algo.
Querendo descarregar sua consciência doída, foi até o quarto do menino e, em voz baixa,
perguntou: - Filho ... está dormindo? - Não, papai. Respondeu o sonolento garoto. -
Olha, aqui está o dinheiro que me pediu.
- Muito obrigado, papai! ... disse o filho, levantando-se e retirando R$2,00 de uma
caixinha que estava sob a cama: Agora já completei! Tenho R$3,00! Poderia me dar agora
uma hora de seu tempo!!!!  
  
Reflita 


lais souza!

domingo, 10 de junho de 2012

                                          O MUNDO DAS LETRAS
        


 Nós acabamos de entrar em um mundo maravilhoso que se chama LETRAS. O nome pode até ser comum, ou antigo, mas vocês irão viver este mundo da maneira mais intensa que puder.
                                                                                                                                                                                          O curso de Licenciatura em Letras não significa formar apenas professores, e sim formar cidadãos esclarecidos, capazes de transformar tudo o que se vê em textos, analisar discursos, poetizar imagens, prestar mais atenção na variação linguística de cada cantinho deste Brasil.
Tudo o que nos precisamos é se entregar por inteiro no que formos fazer, participar não apenas das aulas em sala, mas das aulas de formação de cidadãos cotidianas que encontramos por toda a universidade.
                                                                                                                                                                              Na universidade somos"forçados" a ter escolhas, a assumir posições e lados. Vamos conhecer pessoas interessantes e frustrantes. Faremos provas e trabalhos maravilhosos e desastrosos. vamos se divertir e discutir muito com seus amigos. Viveremos cada dia como se fosse o último.
                                                                                                                                                                                          Enfim, desejo a nós os 4 ou 5 anos mais bem vividos de nossas vidas. Chorem, riam, lutem, pratiquem o que aprendem, mostrem a que vieram e sejam os protagonistas da novela que nos mesmos vão produzir.


lais souza



        

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Ideologia




Universidade do Estado da Bahia (UNEB)
DCHT - Campus XVI
Discente - Maicon M. da Silva Matos

Ideologia


Segundo alguns filósofos, a Ideia é criada a partir do pensamento e do conhecimento, já o termo ideologia é embasada num conjunto de ideias, doutrinas e visões de mundo, uma forma de pensar de cada individuo ou de um grupo de pessoas.
Uma ideologia tem que ter um fundamento e pode ser construída através de vários fatores, seja político, social, econômico, religioso e artístico, com um intuito de chegar a um fim em comum de todos. Em algumas situações ela acaba se refletindo até no próprio estilo de vida de uma pessoa. Uma ideia pode ser fixa ou pode se construir uma nova, baseada na mesma ou em outra, para contradizer ou a reforçar. No contexto histórico, muitos fatos, aconteceram por causa de idéias levantadas por meio individual ou coletivo, tais como guerras e invenções.
Ideologia pode ser considerada também um instrumento de dominação que age por meio de convencimento sem o uso da força física, dialogando e trocando ideias, ou seja, através da persuasão, e pode servir para mascarar a realidade, exemplo: quando dizemos que, “a mulher é frágil e tem que ficar em casa e o homem é que deve sustentar a casa por ser forte”, essas ideologias existem a muito tempo sendo uma farsa, pois, nos deparamos com uma realidade que as destrói, a mulher pode muito bem trabalhar e tomar decisões importantes.
Por tanto uma ideologia serve para resolver muitos problemas e muitas questões de uma pessoa ou de uma sociedade, podendo mudar muitos aspectos da vida social no presente e futuro.

Não me deixe morrer

Após um período de tantas postagens, fiquei esquecido
Para sobrevire preciso de novas mensagens postadas
Mesmo que sejam copiadas
Se forem mensagens criativas, com agulm teor
Meus leitores me verão com mais valor
Não me deixem morrer
Preciso de você escritor
Leitor, aluno ou professor

Adelmo Ferreira de Abreu